domingo, 12 de julho de 2009

III ENCONTRO DA T-4 - 10/07/2009

A T-4 teve seu terceiro encontro anual, realizado desta vez na cobertura do prédio do Diarley. O primeiro encontro aconteceu em 2007 na casa da Márcia e o segundo em 2008 na casa do Luciano Dídimo. À frente, da esquerda para a direita: Diarley Almeida, Washington Barbosa, Cristiana Ferreira e Adriano Horácio.
Atrás: Aureirton, Márcia Rats, Marcos Aurélio Frota e Luciano Dídimo
Marcos Aurélio, o "KISS" e respectiva

Washinton e Márcia


Apesar de poucos parcipantes, o encontro foi muito animado!


Diarley e Aureirton

Márcia e Cristiana

quinta-feira, 23 de abril de 2009

HINO MARISTA


"Mocidade do Colégio Marista
À sombra do estandarte de Maria
Avante marchemos pela conquista
Do saber, de um sublime ideal.

Marchemos pela estrada do saber
Por Deus, pela pátria, por Maria
Por Deus, pela pátria, por Maria
Sempre trabalhar, Sempre trabalhar,
Lutar e vencer.


Em todos os instantes do nosso combater
Sejamos constantes e fiéis até morrer.
Sejamos constantes e fiéis até morrer.


Do colégio sigamos a bandeira
De Pernambuco, terra brasileira.
De Pernambuco, terra brasileira
Conservemos as nobres tradições.
Que dos nossos ardentes corações
Este grito ressoe constantemente:


Por Deus, pela pátria, por Maria
Por Deus, pela pátria, por Maria
Sempre trabalhar,
Sempre trabalhar,Lutar e vencer."

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Marista Cearense


Vinda de uma outra escola, a menininha perguntou ao então diretor do Colégio marista Cearense o motivo pelo qual não se elegia a rainha do Colégio Cearense. Com paciência de santo, o diretor respondeu que não era necessário, pois todas as alunas da escola eram rainhas do Colégio Cearense. Não sei se de início a garota aceitou muito bem, mas depois, com certeza.

Ver o diretor catando papel na hora do recreio ou até mesmo “batendo uma bolinha” com os alunos, era coisa mais que comum naquela escola: a pedagogia da presença, sabíamos.

Na maioria das escolas, meninos e meninas não vêem a hora de ir pra casa. Não lá. Ao contrário, “precisavam ser mandados embora”, pois se dependesse deles, não arredariam pé. Aqueles que estudavam à tarde chegavam cedo, quase pela manhã. Os que estudavam pela manhã entravam pela tarde. Chegava a noite e, meninos e meninas ainda preenchiam de alegria as quadra e pátios do Colégio Cearense.

Para quem não teve a chance de estudar ou trabalhar lá é difícil compreender exatamente o que era tudo aquilo. No coração de Fortaleza ( como imaginar uma cidade sem coração?), “por Deus, pela Pátria e por Maria...”, o Cearense formou muita gente boa. Dizem que muita gente que é importante ( todo mundo é importante!) e famosa passou por lá. Mas fiquemos apenas com os bons. E por formar gente boa o Cearense pagou um preço muito alto.

Formar cidadãos exige responsabilidade, respeito e ética. O Cearense jamais negociou o “passe” dos seus alunos, jamais os dividiu em vencedores e perdedores, nem estampou seus rostos, como produtos, pelos quatro cantos da cidade. Assim, como diz a canção: “ o preço que se paga às vezes é alto demais”. Dessa forma, o anúncio de que o Colégio Cearense fechou suas portas no dia 31 de dezembro de 2007, além de enlutar o coração daqueles que lá conviveram, deveria servir de motivo para debates acerca das escolas que temos, do ensino que oferecem. Mas afinal, que educação precisamos? Mas como sempre acontece, nada será feito. No máximo, algumas pobres notas nos jornais. Um abraço no Colégio? Talvez.

O mais importante mesmo é que o Colégio Cearense fecha, mas não acaba. Ele estará sempre nos corações e nas atitudes de cada homem e de cada mulher, que quando menino, menina, jovem ocupou seus bancos, suas quadras, seus pátios... Seu ventre.

Carlos Carvalho

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

mais Fotos da Festa Marista

 Aí vai maaaaaaaaais...Vao morrer de rir das marmotas dos meninos...kkkkkkkkkkk
 
Bjao, depois mando mais fotos!